A virada do ciclo pecuário começa a ganhar contornos mais claros em 2026. Dados divulgados pela Scot Consultoria, nesta quinta-feira (26/2), apontam uma mudança estrutural importante: a desaceleração na participação de fêmeas nos abates e o início mais consistente de retenção no campo.

FOTO: Marcus Mesquita l Divulgação
Depois de um 2025 ainda marcado por elevado descarte de matrizes, os números deste começo de ano indicam que o pecuarista começa a mudar a estratégia, movimento que pode reduzir a oferta de animais terminados nos próximos anos.
Menos fêmeas no gancho, mais retenção na fazenda
A redução na participação de fêmeas nos abates é um dos primeiros sinais clássicos da virada de ciclo. Quando o produtor passa a reter matrizes, ele sinaliza expectativa de valorização futura e busca recompor ou expandir o rebanho.