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Chuvas favorecem pecuaristas e sustentam preços do boi; veja cotações

O mercado atacadista apresentou preços mistos ao longo da semana. O quarto traseiro do boi baixou 2,78%

Nadia Martins Nadia Martins 30 de abril de 2024 às 13h00

 

O mercado físico do boi gordo registrou mais uma semana de estabilidade nos preços em grande parte do Brasil.

Segundo o analista da Safras & Mercado Fernando Iglesias, essa dinâmica é observada em estados como Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo e Minas Gerais.

Em Mato Grosso e em Tocantins, as negociações permanecem acima da referência média, com os frigoríficos enfrentando maior dificuldade na composição das escalas de abate.

Já em estados como Pará e Rondônia, os frigoríficos não enfrentam grandes dificuldades para se posicionar nas escalas e estão testando patamares mais baixos de preços, com a oferta de fêmeas sendo representativa.

Iglesias acrescenta que o bom volume de chuvas permitiu aos pecuaristas negociar ao longo da semana, oferecendo sustentação aos preços em grande parte do país.

Preços por arroba do boi gordo

São Paulo (Capital) – R$ 230,00 por arroba, estável em relação à semana anterior.
Goiás (Goiânia) – R$ 215,00 por arroba, inalterado em comparação com a semana anterior.
Minas Gerais (Uberaba) – R$ 225 por arroba, sem alterações em relação à semana passada.
Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 225 por arroba, estável em relação à semana passada.
Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 220 por arroba, aumento de 2,8% em relação aos R$ 214 da semana anterior.
Rondônia (Vilhena) – R$ 192 por arroba, queda de 0,52% em relação aos R$ 193 registrados na semana anterior.

Atacado

O mercado atacadista apresentou preços mistos ao longo da semana. O quarto traseiro do boi baixou 2,78%, passando de R$ 18,00 por quilo para R$ 17,50 por quilo. O quarto dianteiro do boi manteve-se em R$ 14,00 por quilo.

Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere queda nos preços a curto prazo, em um cenário ainda marcado por uma oferta lenta entre o atacado e o varejo. Além disso, há o cenário para a carne de frango e a carne suína, que apresentam um constante movimento de queda, diminuindo a competitividade da carne bovina no mercado interno.

Exportações

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 706.134 milhões em abril (15 dias úteis), com média diária de US$ 47.075 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 155.943 mil toneladas, com média diária de 10.396 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.528,20.

Em relação a abril de 2023, houve um aumento de 61,2% no valor médio diário da exportação, um aumento de 70% na quantidade média diária exportada e uma desvalorização de 5,1% no preço médio.

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