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Boi gordo: arroba registra queda no preço pelo 3º dia consecutivo

Em São Paulo, onde o preço do boi gordo bateu os R$ 290 a arroba, os valores vêm caindo e nesta quarta foram negociados a R$ 282

Publicador Sites Externos Publicador Sites Externos 18 de novembro de 2020 às 22h25
boi nelore

Foto: Gabriel Faria/Embrapa Agrossilvipastoril

Os preços do boi gordo voltaram a cair nesta quarta-feira, 18, nas principais regiões de produção e comercialização do país. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos seguem exercendo pressão junto aos pecuaristas.

“A alegação que iniciou esse movimento foi do estreitamento da margem operacional no último trimestre, consequência do encarecimento da matéria-prima neste período. Os frigoríficos de maior porte começaram a sair do mercado na semana passada e retomaram as negociações a preços mais baixos. Percebe-se que no patamar mais baixo foi evidenciada aderência por parte do pecuarista”, destaca o analista.

“Um ponto que precisa ser ressaltado é a dificuldade em reter a oferta de confinados, avaliando os custos de nutrição somado a condições climáticas adversas. A incidência de chuvas no Centro-Sul dificulta a retenção dos animais de confinamento. O contraponto é que a oferta de animais terminados segue restrita em grande parte do país; portanto há um limitador para a queda dos preços”, complementa Iglesias.

Em São Paulo, Capital, os preços do mercado à vista ficaram em R$ 282 a arroba. Em Uberaba, Minas Gerais, os preços ficaram em R$ 275 a arroba. Em Dourados, no Mato Grosso do Sul, o valor foi de R$ 270 a arroba. Em Goiânia, Goiás, a cotação indicada foi de R$ 272 a arroba. Já em Cuiabá, no Mato Grosso, o preço ficou em R$ 267 a arroba.

Atacado

No mercado atacadista, os preços subiram. De acordo com Iglesias, a expectativa é de continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com o ápice do consumo no decorrer do último bimestre. Por sua vez, as exportações permanecem em ótimo nível, com a China ainda absorvendo volumes expressivos de proteína animal brasileira, consequência da lacuna de oferta formada pela Peste Suína Africana.

“O grande limitador da continuidade deste movimento de maneira ainda mais enfática é a dificuldade do consumidor médio em absorver novos reajustes de um determinado produto, simplesmente migrando para outros mais acessíveis. No caso do setor carnes a escolha prioritária é a carne de frango”, destaca Iglesias.

Com isso, o corte traseiro permaneceu em R$ 20,80 o quilo. O corte dianteiro permaneceu subiu de R$ 16,25 o quilo para R$ 16,30 o quilo, e a ponta de agulha passou de R$ 15,65 o quilo para R$ 15,70 o quilo.

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