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Boi gordo: ritmo das vendas diminui e preços registram nova queda

A arroba do boi gordo passou de R$ 280 para R$ 278; mesmo com oferta restrita de animais, frigoríficos mantém escalas confortáveis

Publicador Sites Externos Publicador Sites Externos 26 de novembro de 2020 às 22h40

Foto: Kadijah Suleiman/Embrapa Rondônia

O mercado físico de boi gordo registrou preços de estáveis a mais baixos nesta quinta-feira, 26. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos voltaram a pressionar os pecuaristas por preços mais baixos. Com isso, segundo Iglesias, o fluxo de negócios fica mais arrastado.

“Os frigoríficos de maior porte ainda sinalizam para uma posição de maior conforto em suas escalas de abate, posicionadas entre quatro e seis dias úteis. No entanto, o mercado ainda conta com alguns elementos de sustentação, a começar pela oferta muito restrita de animais terminados, com uma grande dependência da oferta de animais confinados para atender a programação dos frigoríficos no período de maior demanda do ano. Somado a isso, temos o auge da demanda doméstica de carne bovina e o bom ritmo de embarques nas últimas semanas, fatores que enxugam a oferta doméstica”, salienta o analista.

Em São Paulo, Capital, os preços do mercado à vista ficaram em R$ 278 a arroba, ante R$ 280 na quarta, 25. Em Uberaba, Minas Gerais, os preços ficaram em R$ 274 a arroba, contra R$ 275. Em Dourados, no Mato Grosso do Sul, os valores ficaram em R$ 270 a arroba, inalterados. Em Goiânia, Goiás, a arroba do boi gordo ficou em R$ 270, inalterado. O mesmo foi observado em Cuiabá, no Mato Grosso, com os valores em R$ 265 a arroba.

Atacado

No mercado atacadista, os preços seguem acomodados. De acordo com Iglesias, o ambiente de negócios ainda é de algum otimismo, avaliando o ápice do consumo no decorrer do último bimestre. “A entrada do décimo terceiro salário nos próximos dias nesta semana é um elemento importante a ser considerado, pois acelerará a reposição entre atacado e varejo. Como limitador temos a incapacidade do consumidor final em absorver tantos reajustes de um determinado produto. Está em curso um processo de franca migração para proteínas animais mais acessíveis, principalmente a carne de frango. Mas, sempre é relevante mencionar que as exportações permanecem em bom nível no decorrer do último bimestre, com a China absorvendo volumes significativos de carne bovina brasileira”, destaca Iglesias.

Com isso, o corte traseiro permaneceu em R$ 20,80 o quilo. O corte dianteiro seguiu em R$ 16,30 o quilo, e a ponta de agulha continuou em R$ 15,70 o quilo.

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