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Negociações avançam no mercado interno e boi gordo tem alívio nos preços

Segundo analista, o pecuarista está mais disposto a negociar após as rodadas de reajustes consecutivas desta semana

Publicador Sites Externos Publicador Sites Externos 14 de janeiro de 2021 às 22h37
rebanho bovino, arroba do boi gordo, pecuária, boi

Foto: Lenito Abreu/Governo do Tocantins

O mercado físico de boi gordo teve preços pouco alterados nesta quinta-feira, 14. Segundo o analista de Safras &
Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os negócios seguiram fluindo com maior velocidade, com o pecuarista mais disposto a negociar após as rodadas de reajustes consecutivas desta semana. Por outro lado, houve algum alívio nas
escalas de abate dos frigoríficos, posicionadas agora entre três e quatro das úteis.

“As negociações ainda ocorrem em patamar acentuado de preços em grande parte do país, com reajustes evidenciados em alguns estados. O cenário geral ainda é complicado, com oferta bastante tímida de animais de safra até o momento. A maior parcela das negociações ainda é realizada com animais de confinamento e de semi-confinamento”, assinala Iglesias.

Já as questões envolvendo a demanda doméstica de carne bovina seguem como um importante limitador a novas altas nos preços, avaliando a descapitalização do consumidor médio, às voltas com despesas usuais ao início do ano, como IPTU, IPVA, entre outras. Somado a isso, precisa ser considerado o término do auxílio emergencial, que fomentou o consumo de base em variados momentos do ano passado.

Em São Paulo, Capital, a referência para a arroba do boi ficou a R$ 287, contra R$ 290 a arroba na quarta, 13. Em Goiânia (GO), a arroba teve preço de R$ 280, estável. Em Dourados (MS), a arroba permaneceu em R$ 275. Em Cuiabá, a arroba ficou indicada em R$ 266, inalterada. Em Uberaba, Minas Gerais, preços a R$ 285, estáveis.

Atacado

No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem acomodados. Conforme Iglesias, a reposição entre as cadeias começou a se tornar mais lenta no decorrer desta semana. As redes varejistas não têm tamanha necessidade de reposição como na virada de ano, e a dinâmica já muda de maneira mais consistente. “Os preços da carne bovina estão proibitivos para o consumidor médio, que, descapitalizado, busca outras proteínas que causem um
menor impacto na renda média. Tradicionalmente a carne de frango é a principal beneficiada deste movimento, se enquadrando neste quesito”, avalia Iglesias.

Com isso, o corte traseiro permaneceu em R$ 20,80 o quilo. O corte dianteiro teve preço de R$ 15,50 o quilo, enquanto a ponta de agulha seguiu em R$ 15,50 o quilo.

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